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O QUE O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2020 NOS ENSINOU?

O QUE O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2020 NOS ENSINOU?

2020 Chegou com tudo…

O ano de 2020 veio para Revolucionar a forma como estávamos levando nossas vidas. É fato!

Há alguns dias, fizemos uma pesquisa: Perguntamos a nossos seguidores e alunos o seguinte: “Como você começou o ano? Quem era você, no início de 2020, e como você está chegando, agora, na metade do ano?”.

As respostas foram as mais diversas. Porém, alguns elementos eram comuns a todas as respostas: 2020 interrompeu os planos feitos na virada de 2019.

Iniciamos o ano cheio de sonhos, metas e objetivos. E, de repente, por conta de fatores externos, as nossas expectativas foram interrompidas. 

Uma ameaça à saúde passou a existir, a nível global. A economia sofreu um grande golpe. Empregos foram perdidos. Projetos foram adiados, por enquanto, ainda sem expectativa de retomada…

Ok. Essa foi a parte desafiadora.

Porém, não apenas de mazelas o primeiro semestre de 2020 foi feito.

Aquilo que nós dizíamos que aconteceria, efetivamente aconteceu: As pessoas, no geral, precisaram se voltar para dentro. Elas precisaram desenvolver o seu autoconhecimento para lidar com as situações externas. Muitos enfrentaram a quarentena e o isolamento social. Essas condições nos forçaram a lançarmos um olhar para dentro, para o “Eu”.

E mais: Muitas das destruições advindas da pandemia e da crise, tiveram efeitos benéficos. O que era ilusório, começou a desmoronar. É como o arquétipo da Torre, do Tarot.

Quando surge o arquétipo da Torre, em uma jogada, significa que algo irá ruir. Algo chegará ao fim. E, geralmente, esse fim é caracterizado por uma destruição. Mas, é uma destruição necessária. É a destruição daquilo que era falso, que tinha bases fracas. É a destruição da torre erguida sob uma base fraca, que não oferecia o verdadeiro sustentamento.

Dessa forma, pessoas saíram de empregos ou foram despedidas. Mas, muitas dessas pessoas relataram que, após a despedida, conseguiram enxergar que aqueles empregos lhes fazia mal.

Da mesma forma, muitos relacionamentos vieram a termo. As  pessoas também relataram que esses relacionamentos não eram tão bons.

Por outro lado, outras pessoas relataram que alguns relacionamentos ganharam ainda mais força. E é fato: Quando superamos desafios, juntos, o relacionamento se fortalece.

E, se empregos foram perdidos, podemos, agora, voltar-nos para o nosso verdadeiro propósito. Podemos olhar para dentro, entendermos do que gostamos, e darmos passos nessa direção.

Em tempos de Crise, Crie. Precisamos cortar o “s”. A crise nos incita a criar. É o movimento de renovação e recriação. Envolve enxergarmos soluções criativas. E, por criativa, queremos dizer, Diferentes. Porém, essa não é uma tarefa exatamente fácil.

Para exercermos essa criatividade, precisamos de um pré-requisito: Precisamos estar Bem internamente. Ninguém é criativo vibrando no Medo ou na Tristeza. Esses sentimentos drenam nossas forças e a nossa criatividade. Para estarmos criativos, precisamos estar abertos ao novo. Precisamos estar atentos à nossa intuição e ao fluxo universal.

É necessário desenvolver a capacidade de permanecer BEM, no mundo interior, independentemente das circunstâncias exteriores. Isso é algo que nós sempre afirmamos. Mas, agora, nesses tempos de crise, incerteza e mudanças intensas, essa máxima é mais que essencial e verdadeira.

Precisamos aprender mecanismos e ferramentas que nos permitam vivenciar a plenitude, independentemente das condições externas. Precisamos nos tornarmos poderosos, internamente, como a flor de lótus: Ela se desenvolve, mesmo em meio à lama.

Precisamos aprender a nos conectarmos com a nossa intuição. Intuição é o sentido que nos alerta quanto a perigos ou caminhos.  A intuição nos permite, também, acessarmos o manancial de conhecimento infinito para termos inspirações. Por meio das inspirações, somos capazes de inovar. Acessamos aqueles lampejos poderosos, que nos trazem novas ideias.

Hoje, mais do que nunca, necessitamos dessa intuição. Precisamos desenvolver a capacidade de navegar as águas do mundo sutil: Sentir o invisível. E quando falamos em sentir, estamos falando de algo muito simples: Apenas sentir como o seu corpo reage às questões postas. 

Se você está em dúvida quanto a executar um plano ou projeto, apenas pense nessa hipótese. Mantenha isso na sua mente, e observe como o seu corpo reage. Você se contrai ou se expande? – Se houver expansão e um sentimento de leveza, há chances de que esse seja um bom caminho.

E nós? O que aprendemos aqui no Instituto Roste?

Com certeza também tivemos que fazer uso da flexibilidade. Isso significa que tivemos, sim, que alterar muitos dos planos que havíamos feito. Acima de tudo, deixamos o fluxo e os sinais nos guiarem. Seguimos o feeling, a intuição, e deixamos que esses fatores nos mostrassem o caminho.

Como assim? 

Mudamos planos de eventos online. Aquilo que acreditávamos que seria uma necessidade para os nossos alunos, acabou mudando. Achávamos que as pessoas estariam mais focadas em atingir sonhos e metas. Isso foi inviável, de certa forma. Percebemos que todos precisariam de mais controle e administração emocional. Dirigimos nessa direção.

Além disso, em um campo mais pessoal, nos voltamos para alguns cursos e estudos que, há muito, já queríamos fazer. O isolamento social tornou isso mais viável. 

Trabalhamos ainda mais o desapego das questões externas. Tudo aquilo que representava uma distração para a mente, como passeios em shoppings, ou até eventos com amigos… Precisamos desapegar. Soltar. Reparamos que essa sempre foi uma questão desafiadora para muitos. Porém, nós já estávamos sendo preparados para isso. Nos dedicamos com mais intensidade aos estudos, leituras e meditações.

Como consequência desse aprofundamento no Eu, desenvolvemos ainda mais a espiritualidade. Desenvolvemos muito mais a intuição. Por exemplo, hoje em dia, ao tempo em que escrevemos esse artigo, sempre buscamos sentir o corpo (ou o campo), antes de sairmos de casa, por exemplo. Nos questionamos: “Será que devo ir a tal lugar?” – Paramos, fechamos os olhos e apenas sentimos o que o corpo nos diz. Simples assim. Se parecer leve e expandido, vamos adiante. Se parecer pesado, tenso, rígido ou contraído, mudamos o plano. Usamos essa sabedoria para as coisas mais simples, desde uma ida ao mercado (que, com o tempo, foi substituída por compras por aplicativo) à decisão da dieta.

Ah! E a dieta! Como mudou!

Nós já nos alimentávamos com alimentos predominantemente saudáveis. Tínhamos muito clara a noção de que devemos fazer escolhas mais saudáveis. Mas, assim que a pandemia eclodiu, tomamos medidas fortes. Passamos a nos alimentarmos muito melhor: Passamos a incluir sempre várias cores de verduras. Passamos a comer mais frutas. Pelo menos uma por dia. Diminuímos mais ainda os industrializados. Passamos a adotar essas e outras posturas alimentares. Tudo, cozinhado por nós mesmos. Afinal, por questão de saúde, a nossa ajudante não pôde vir trabalhar nesse período.

O resultado? – Passamos a ter mais energia ainda. A disposição melhorou. A qualidade do sono melhorou. Aliás, passamos a cuidar mais ainda para que o sono fosse reparador.

E não é de se surpreender. Além dos efeitos benfazejos à saúde, todos esses hábitos saudáveis melhoraram substancialmente a qualidade do nosso Prana, ou seja, da nossa energia vital. Afinal, os alimentos são uma enorme fonte de Prana. A alimentação viva, decorrente de frutas, verduras e grãos, melhora a nossa qualidade prânica. É incrível. Você come, e se sente leve!

Passamos até a cochilar 7 minutos, depois do almoço. Esse é um bom hábito para a distruibuição do prana advindo dos alimentos. É, também, reparador.

A vida mudou muito.

Muito além do que poderíamos esperar ou imaginar. O resultado, até agora, tem sido bom no geral. Esses foram somente alguns dos aprendizados.

O mais importante é que não ficamos parados no mesmo lugar. Mesmo sem movimento externo, pudemos fazer muitos movimentos internos poderosos. Movimentos estes, que, caso sejam mantidos a longo prazo, resultarão em uma outra vida. Pense no impacto de todo esse movimento, daqui a 5 anos? E daqui a 10 ou 20 anos?

A vida muda. E com ela, nós precisamos mudar. E o Bem mais precioso que você tem é você mesmo. Por isso, invista em si mesmo. Busque conhecimento. Busque sabedoria. E implemente. Se você fizer isso, as chances são que você irá sair dessa pandemia transformado.

Literalmente, uma versão melhor de si mesmo.

Paz & Luz,

Marcello Roste e Fabianne Roste
Professores no Instituto Roste 
Autores do Livro Os 5 Ss do Sucesso

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2 Replies to “O QUE O PRIMEIRO SEMESTRE DE 2020 NOS ENSINOU?”

Rosane da Silveira

Maravilhoso

Instituto Roste

Gratidão pela sua presença, Rosane!

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